De sujeito ao corpo retornante: a vivência da liberdade monitorada e o paradoxo entre punição e reinserção

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Adriane Arriens Fraga Bitencourt

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O que acontece com o sujeito quando o cárcere deixa de ser um espaço físico, mas continua inscrito no corpo por meio da monitoração eletrônica? A liberdade monitorada representa, de fato, uma possibilidade de reinserção social ou apenas uma nova forma de controle punitivo? Como se manifestam, na vida extramuros, os impactos psicossociais da experiência carcerária, e em que medida eles contribuem para o retorno ao cárcere?

Ao percorrer essas questões, esta obra investiga a vivência da liberdade monitorada a partir das narrativas de sujeitos que, mesmo fora das muralhas, permanecem atravessados pelas marcas do sistema prisional. Entre punição e reinserção, controle e cuidado, o livro convida o leitor a refletir sobre os limites e paradoxos das políticas penais contemporâneas e sobre o lugar reservado ao sujeito no processo de desencarceramento.

ISBN

978-65-5235-160-9

Ano da edição

2025

Nº Edição

1

Versão

Versão digital (e-book)

Páginas (versão digital)

96

NCM

49019900

Sumário

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CAPÍTULO 1
INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 2
PRISÃO E MONITORAÇÃO ELETRÔNICA NO BRASIL: a transformação do sujeito ao corpo
2.1. Sistema Prisional e direitos humanos no Brasil: cárcere e a morte do sujeito
2.2 Monitoração eletrônica como política carcerária nacional e regional: o corpo em meio a uma política punitiva

CAPÍTULO 3
“SER OU NÃO SER” E A TÔNICA DE UM CORPO ERRANTE: O impacto psicossocial da vivência da liberdade monitorada na vida do usuário após a vivência carcerária intramuros
3.1 Entre o Intramuros e Extramuros: O sujeito monitorado no pós-cárcere
3.2. O que dizem os sujeitos retornantes: da “liberdade monitorada” ao retorno ao cárcere

CAPÍTULO 4
O CORPO RETORNANTE: Os (des)caminhos das políticas públicas extramuros e a “volta para casa”
4.1 As políticas públicas extramuros na “liberdade” monitorada: entre a previsão e a realização
4.2. Entre liberdade e prisão: pensando possíveis caminhos

CAPÍTULO 5
CONSIDERAÇÕES FINAIS

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